Coletivo Educador Ambiental Regional

Combatendo o Aedes Aegypti

EMEF ARLINDO MARTINI

Promovendo ações para Combate ao Aedes Aegypti

SONHO 2 – 1ª e 2ª AÇÃO – ODS 3 (Saúde de Qualidade)

O grupo da COM-VIDA se empenhou na realização de cartazes para sensibilização ao combate ao mosquito aedes aegypti e na confecção de um folheto informativo com dicas para evitar locais com água parada. Também organizou mini-cartazes para realização da brincadeira “Certo ou Errado” com os alunos da escola.

Os cartazes foram expostos no corredor da escola. E os alunos de todas as turmas (do pré ao 5º ano) foram reunidos para assistirem a um vídeo de conscientização sobre o combate ao mosquito e após conversamos e foi entregue a cada aluno folhetos para levarem para suas famílias com o objetivo de expandir a sensibilização de combate ao mosquito.

ORGANIZANDO OS CARTAZES
ORGANIZANDO OS CARTAZES
ALUNOS DA ESCOLA ASSISTINDO AO VÍDEO
ALUNOS DA ESCOLA ASSISTINDO AO VÍDEO

 

COM-VIDA ENTREGANDO FOLHETOS
COM-VIDA ENTREGANDO FOLHETOS

 

MINI-CARTAZES DA BRINCADEIRA "CERTO OU ERRADO"
MINI-CARTAZES DA BRINCADEIRA “CERTO OU ERRADO”

Mostra de trabalhos – Relatório do projeto de pesquisa / O Lixo no Entorno da EMEF 17 de Abril

 

Durante o os meses de agosto e setembro, os integrantes da COM-VIDA, sob a coordenação do professor Edemar Souza, desenvolveram a pesquisa referente ao projeto, “ o lixo no entorno da Escola Municipal de Ensino Fundamental 17 de Abril. O problema encontrado é a grande quantidade de lixo espalhado nas ruas e terrenos baldios, no entorno da escola. A hipótese no momento da elaboração do projeto, é que os moradores jogam o lixo nas ruas, a falta de lixeiras adequadas e que os catadores trazem o lixo e descartam nas ruas.

Foi realizado um mapeamento, levantamento e entrevistas com moradores do bairro. Logo após, a análise das informações coletadas, chegando a conclusão que o contexto é resultado da ação cultural, falta de lixeiras e a atuação de animais. Por fim, a confecção de um banner e a apresentação para a comunidade escolar, na mostra de trabalhos.

 

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Integrantes da COM-VIDA apresentando os resultados da pesquisa.
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Integrante falando sobre o projeto para visitante.
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Integrante falando sobre o projeto para integrante.

Educomunicação – Rádio “Vamos lá, prá dengue acabar”

Após pesquisas e muito trabalho relacionado ao projeto “Aedes aegytpi: um problema de saúde pública” parte II, o grupo COM-VIDA com a ajuda de outros colegas compuseram uma música – “Vamos lá, prá dengue acabar”, que foi gravado por eles.

Letra da música "Prá dengue acabar" - composição dos alunos da COM-VIDA.
Letra da música “Vamos lá, prá dengue acabar” – composição dos alunos da COM-VIDA.
Alunos gravando áudio do educomunicação RÁDIO.
Alunos gravando áudio do educomunicação RÁDIO.

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“Aedes aegypti: um problema de saúde pública”. Parte II

A ESCOLA MUNCIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ANTÔNIO MARTINS RANGEL continua desenvolvendo o projeto: “Aedes aegypti: um problema de saúde pública”.
Em nossas pesquisas sobre o Aedes aegypti, a reportagem do site http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-09/combate-ao-aedes-aegypti-deve-ser-redobrado-na-primavera-alerta-fiocruz, nos chamou muita atenção, segue abaixo trecho da reportagem: Combate ao Aedes aegypti deve ser redobrado na primavera, alerta Fiocruz

(Com a chegada da primavera e o começo da estação chuvosa em boa parte do país, os locais propícios para a criação do mosquito Aedes aegypti se multiplicam e a população deve se mobilizar para eliminar os focos. O alerta é do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O mosquito é o vetor dos vírus da dengue, zika e chikungunya.
De acordo com a pesquisadora do Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do IOC/Fiocruz Denise Valle, a elevação da temperatura é outro fator que favorece a proliferação do Aedes aegypti nesta época do ano. “Não só a chuva, mas também a temperatura, que começa a aumentar. O Aedes aegypti é sensível a essas duas coisas. Quando tem chuva aumenta a oferta de criadouros e quando a temperatura aumenta, aumenta a velocidade do desenvolvimento dele”, explicou.
O mosquito leva de sete a dez dias para se desenvolver de ovo a adulto e, segundo a Fiocruz, a forma mais eficiente de evitar surtos das doenças transmitidas por ele é eliminar o ciclo de vida do inseto. “Principalmente agora, na primavera, a gente tem muita chuva e as pessoas estão acostumadas a olhar os seus espaços de forma burocrática, o pratinho de planta, o vaso, o ralo. Mas quando começa a chover muito, começa a acumular água onde normalmente não tinha. E como o Aedes só precisa de criadouros temporários, basta que a água fique ali por uma semana que isso já é suficiente para que os ovos ali depositados virem adultos.”
Chikungunya
Para o próximo verão, a expectativa, segundo Denise Valle, é que os casos chikungunya aumentem. A doença compromete o paciente de forma mais grave e prolongada do que a dengue e a zika.
“Ela deixa a pessoa fora de circulação, dependente até fisicamente dos outros por muito tempo, porque compromete as articulações e isso pode durar meses. Os médicos com quem tenho conversado falam que estão aumentando os casos de chikungunya. A doença não faz o alarde que a zika porque não tem o apelo dos bebês com microcefalia, mas, na prática, tem um comprometimento da vida ativa das pessoas muito maior do que zika ou mesmo dengue”, comparou.)
Edição: Luana Lourenço

Para darmos continuidade as nossas ações da campanha contra o mosquito Aedes aegypti, e trabalhando as questões da pesquisa realizada pelos alunos da COM-VIDA sobre as condições climáticas (chuvosas e quentes) referentes a estação primavera, realizamos atividades com a colaboração de todos os alunos da escola, como limpeza do pátio (recolhimento de resíduos pois podem acumular água), limpeza nas lixeiras que ficam ao ar livre, produção de textos e desenhos sobre os cuidados que devemos ter.

Alunos recolhendo lixo no pátio da escola
Alunos recolhendo lixo no pátio da escola
recolhendo lixo
Cuidado com a lixeira sem tampa.
Cuidado com a lixeira sem tampa.
Lixo recolhido...dever cumprido!!
Lixo recolhido…dever cumprido!!
Produção de textos e desenhos sobre a dengue.
Produção de textos e desenhos sobre a dengue.

Relatório Final – Projeto de iniciação científica

KAUÃ VARGAS BINELLO
LUANA ELISA GUIMARÃES
VITÓRIA MARIA FERREIRA ALVES

AS ÁGUAS DE OLHOS D’ÁGUA

Relatório de pesquisa científica desenvolvido na E.M.E.F. Antônio Martins Rangel como requisito para conclusão do projeto científico As águas de Olhos D’Água. Sob orientação da professora orientadora do projeto Daiana Santos Vidal e do professor coorientador Elias Fidelles.

Taquara
2016
Resumo

A EMEF Antônio Martins Rangel, do distrito de Rio da Ilha, município de Taquara – RS está localizada em uma área cercada por banhados, rios e arroios. Juntam-se a isto as vertentes naturais e açudes de moradias locais. Estas riquezas possibilitaram muitos questionamentos, e por isso surgiu à ideia de construir o projeto de pesquisa sobre “importância das reservas hídricas da localidade e se com o passar dos anos houve aumento ou redução das reservas”.
O projeto contou com a colaboração da comunidade escolar, moradores, pais, alunos e professores no planejamento e a realização das propostas, dentre elas aplicação de um questionário em 14 residências da localidade, saída de campo com entrevistas e analise da área pesquisada.
Para visualizar a área de pesquisa tivemos o auxílio de um drone, para captar imagens aéreas da localidade, podendo observar as áreas de banhados, açudes, as grandes lavouras de arroz, plantações de eucaliptos e os rios que banham a localidade de Olhos D’Água.

Introdução

O presente projeto justifica-se por observar que algumas regiões do país que nunca tinham sido atingidas pela seca, passam atualmente por uma grande crise hídrica e que muitas pessoas enfrentam necessidades e dificuldades para lidar com este problema.
Segundo estudo da NASA, agência do Governo Federal dos Estados Unidos, que é responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial, a região sudeste do Brasil perdeu 56 trilhões de litros de água entre os anos de 2012 e 2015. Com a perda dessa quantidade de água a situação das regiões atingidas é preocupante tanto para pecuária, lavoura e seres humanos.
A localidade de Olhos d’Água pertence à zona rural da cidade de Taquara e tem alto índice de lavouras que são banhadas com as águas do rio dos Sinos e rio Rolante e a região também tem o maior banhado da bacia hidrográfica do Rio dos Sinos. Este banhado tem a função de atuar como esponjas que absorvem as águas das cheias e de reservatórios para as épocas da seca.
Ao observar estes dados, pensou-se em desenvolver uma pesquisa na comunidade escolar de Olhos D’Água, interior da cidade de Taquara/RS, que tem como objetivo fazer um levantamento de dados sobre o histórico do local e verificar na localidade de Olhos D´Água se houve aumento ou redução das águas existentes nos últimos anos e quais fatores contribuíram para este acontecimento. As hipóteses levantadas para analisar este objetivo e o problema foram as seguintes:
– Sim, porque não tem chovido nos últimos anos na localidade de Olhos D´Água.
– Sim, porque aumentou as lavouras nos últimos anos na localidade de Olhos D´Água.
– Sim, porque há uso inadequado com desperdício na localidade de Olhos D´Água.
– Sim, porque banhados e vertentes estão diminuindo na localidade de Olhos D´Água.
– Não, porque tem chovido bastante e banhados e vertentes aumentaram nos últimos anos na localidade de Olhos D´Água.

O problema do projeto adquiriu-se a seguinte questão; A quantidade de água existente em Olhos D’água reduziu ou aumentou nos últimos cinco anos? Por quê?
Como base para o desenvolvimento desta pesquisa de dados adquiriu-se o projeto COM-VIDA para ação, que visa investigar os problemas ambientais na escola e comunidade escolar e auxiliar na solução destes.

Referencial teórico

Segundo a reportagem da revista nova escola, no livro Colapso: Como as Sociedades Escolhem o Fracasso ou o Sucesso, o norte-americano Jared Diamond relata por que algumas civilizações deram certo e outras sucumbiram ao longo da história. Para ele, o uso da água e o superaquecimento global são questões que, caso não sejam solucionadas, podem destruir a nossa civilização. Com o foco nessa questão, a ONU criou a Década da Água (que vai de 2005 a 2015). Nesse período, deve haver uma concentração de esforços em reverter o quadro de deterioração do recurso no planeta. O fato é que já se diagnosticaram as causas do problema e as soluções são conhecidas, mas não há um consenso sobre como implementá-las.
Pedro Jacobi lista medidas que poderiam ser tomadas, como a fiscalização da exploração dos aquíferos, leis severas contra a poluição, reciclagem e aproveitamento de águas da chuva e controle do recurso usado na agricultura. Além disso, ele prega uma gestão de recursos hídricos participativa, integrada e descentralizada: “Temos de encontrar tempo para refletir e participar do debate sobre o fato de que até hoje a humanidade tem sido predatória e não pode mais ser assim, pois os recursos são finitos”.
Segundo informação do Jornal NH, os banhados, historicamente, são espaços dizimados pelo homem, vistos por muitos, infelizmente, como grandes criadores de mosquito. Assim, se tornam depósitos de lixo ou acabam desconfigurados, aterrados e com a vegetação destruída. Dessa maneira, a área úmida, habitat de diversos animais e plantas, é vítima da ação do homem e deixa de cumprir seu papel natural em favor do próprio meio ambiente: atuar como esponjas que absorvem as águas das cheias e de reservatórios para as épocas da seca.
O papel do banhado na natureza é o de garantir a sobrevivência de seus ecossistemas vizinhos: quando ocorre uma seca o banhado fornece água ao rio, enquanto que nas cheias auxilia na retenção temporária do excesso d’água, desempenhando o papel de esponja natural. Os banhados são também muito ricos em matéria orgânica, em decorrência da decomposição de juncos e gramíneas. (Jornal Tribuna Rural, 12/12/2003).

Metodologia

O levantamento de informações e dados para a realização da pesquisa ocorreu durante um encontro semanal do projeto COM-VIDA que é desenvolvido na escola, com a construção de um questionário para saber se há práticas de consumo de água na comunidade e verificar a conscientização dos pais e responsáveis dos alunos da escola que moram na localidade de Olhos D’Água em relação ao tema proposto.
A partir dos conteúdos e conceitos trabalhados, realizou-se saídas de campo para mapeamento, análise dos locais em estudo e entrevistas com os moradores mais antigos da localidade, com os moradores que cultivam lavouras de arroz e com moradores que residem próximo a uma grande plantação de eucalipto.
Para localizar as questões levantadas foram realizadas pesquisas de mapas (Google), imagens de satélite e drone para conhecimento da área de estudo.

Resultados

Através do projeto foi possível buscar um pouco da história de Olhos D’Água, distrito de Rio da Ilha, Taquara RS. Segundo relatos de moradores, a localidade recebeu esse nome, por conta dos tropeiros e carreteiros que alguns anos atrás passavam por esse local e paravam em um local que havia algumas vertentes, também chamadas de Olhos D’Água, para descansarem, se hidratar e hidratarem seus animais. Este local ficou assim nomeado, pois era uma forma de combinar um encontro com outros tropeiros e carreteiros que faziam o mesmo trajeto.
Com o desenvolvimento da pesquisa foi possível identificar inúmeras problemáticas, como a redução das reservas hídricas, principalmente os banhados, devido ao aumento das lavouras de arroz, plantação de eucaliptos – árvores que não são nativas e que são capazes de absorver enormes quantidades de água, secando poços cavados, diminuindo o banhado e outras fontes hídricas existentes no entorno dessa grande plantação e por falta de conhecimento da população local sobre a importância dos banhados como habitat de uma grande biodiversidade de espécies e sua função como “esponjas”, isto é, absorver as águas das cheias e de reservatórios para as épocas da seca, devolvendo a água ao rio, acabam aterrando esses locais para maior a comodidade e conforto ao redor de suas residências.
Com este projeto se pode passar aos moradores e comunidade escolar a real situação das reservas hídricas de Olhos D’Água e sua redução por conta do uso inadequado com o aumento da população local, isto é, de moradias e aterramento dos terrenos alagados, pelo aumento das lavouras de arroz e pela plantação de eucaliptos numa propriedade particular. Sabendo que a água é um recurso que está se esgotando, e sem água a vida está ameaçada, a Escola Antônio Martins Rangel está comprometida em conscientizar a comunidade local para a importância desse recurso.

Conclusão

Verificou-se através desta pesquisa que a quantidade de água da localidade de Olhos D’Água diminuiu em relação há algum tempo atrás, pois segundo relatos de moradores que residem na localidade, Olhos D’Água era bastante alagado e até pra construir moradias era difícil encontrar um local seco.
Parte das hipóteses levantadas no plano de pesquisa do projeto foram atingidos, tais como; o aumento das lavouras de arroz nos últimos anos, a diminuição de banhados e vertentes em Olhos D’Água e o uso inadequado da água por meio da população.
O Projeto as águas de Olhos D’Água, fez com que todos moradores pudessem compreender a necessidade de economizar a água existente na comunidade, de conservar os banhados e lagoas naturais que ainda existem para que a população não venha enfrentar problemas com falta de água. Para conscientizar pais e moradores resolveu-se apresentar nossa pesquisa na escola para toda comunidade para que todos pudesse ter acesso à situação hídrica que Olhos D’Água se encontra.

Referências bibliográficas

Acesso em: http://www.jornalnh.com.br/_conteudo/2015/05/especial/164907-vegetacao-nos-banhados-e-qualidade-da-agua-contra-a-poluicao.html; no dia 02 de agosto de 2016.

TUNDISI, José Galizia, acesso em:http://novaescola.org.br/ciencias/fundamentos/se-nao-cuidar-agua-ela-pode-acabar-potavel-recursos-naturais-586631.shtml?page=3; no dia 02 de agosto de 2016.

Acesso em: http://novaescola.org.br/ciencias/fundamentos/se-nao-cuidar-agua-ela-pode-acabar-potavel-recursos-naturais-586631.shtml?page=2; no dia 02 de agosto de 2016

Participação na 1ª FEMICTA
Participação na 1ª FEMICTA

Premiação de 1º lugar da 1ª FEMICTA.
Premiação de 1º lugar da 1ª FEMICTA.

Participação da MOSTRATEC JÚNIOR
Participação da MOSTRATEC JÚNIOR
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COM-VIDA para ação … Plantar árvores na escola ODS 15

Sabemos que as plantas desempenham um papel fundamental na manutenção do meio ambiente. Afinal, elas são responsáveis por absorver gás carbônico – um dos principais causadores do aquecimento global – e liberar oxigênio. Além disso, elas auxiliam na limpeza do ar, ao eliminarem vapor d’água na atmosfera, diminuindo, com isso, os danos causados pelo clima extremamente seco e quente, controlam as enchentes através da absorção da água proveniente das chuvas, mantêm a fauna silvestre e também são essenciais para a espécie humana, pois a quantidade delas no ambiente em que vivemos pode influenciar na qualidade da nossa saúde e o estilo de vida, proporcionando também alimentos.
Analisando que as árvores só trazem benefícios para nós e os demais seres vivos, a COM-VIDA realizou mais uma ação, plantio de árvores pela escola e a construção de um pomar de laranjeiras, bergamoteiras, bananeiras e limoeiro.
Para realizarmos as atividades contamos com a ajuda dos demais alunos e professores que sensibilizaram com a ideia, apoio a construção do pomar e pensando futuramente aumentar com outras árvores frutíferas.

Plantando árvores pelo pátio da escola
Plantando árvores pelo pátio da escola

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Construção do pomar.
Construção do pomar.

Relatório do Projeto de Pesquisa – EMEI Vovó Mathilde

Resumo: A E.M.E.I. Vovó Mathilde traz em sua proposta pedagógica o trabalho com a Horta Escolar (projeto em parceria com a SMECE), porém observamos que nos arredores dessa começaram a aparecer alguns animais peçonhentos e também que a horta estava desproporcional a faixa etária dos alunos. Por esse motivo iniciamos um projeto de pesquisa buscando respostas para solucionar nosso problema e que nos fizesse prosseguir com o esse projeto, pois partimos da ideia de que a escola é um espaço que proporciona aos educandos a aquisição de novas aprendizagens, a formação de hábitos e atitudes, sendo necessário estimular uma alimentação saudável e variada, promovendo um contato direto com o ambiente e com o solo.

Objetivo Geral: Disponibilizar uma horta escolar de fácil acesso e manejo aos alunos da escola.

Metodologia:

Os alunos da COM-VIDA, juntamente com as professoras realizaram um projeto de pesquisa sobre os problemas que estavam sendo enfrentados ao desenvolver as atividades de manutenção e plantio na Horta Escolar. Após o estudo realizado, percebeu-se a necessidade de construir uma nova horta.

Fizemos uma campanha para arrecadar o material necessário para a construção dos novos canteiros e quando juntamos o que precisava construímos o novo espaço, para que as crianças pudessem dar continuidade as atividades relacionadas ao projeto da Horta Escolar.

Material:

            Durante o desenvolvimento desse projeto de pesquisa utilizamos os seguintes materiais: caixas de verdura, tinta, terra para produção das hortaliças, pregos, mudas de hortaliças, material de jardinagem para a manutenção da horta, caderno, lápis de cor, hidrocor, giz de cera.

Resultados:

            Com base na pesquisa realizada percebeu-se a importância de ter uma Horta Escolar de fácil acesso e manipulação para as crianças, onde ocorre a integração entre as turmas e as professoras, despertando o interesse, a participação e a curiosidade de todos durante a construção da horta na escola, visando a preservação do ambiente, a sustentabilidade e o desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis, auxiliando, assim, na melhoria da qualidade de vida dos envolvidos no projeto, através de uma alimentação saudável e nutritiva com hortaliças cultivadas por elas e enriquecendo a merenda escolar a partir da produção das hortaliças.

A alimentação equilibrada e balanceada é um dos fatores fundamentais para o bom desenvolvimento físico, psíquico e social das crianças. As práticas alimentares são adquiridas durante toda a vida, porém é na infância o período mais importante, pois é neste momento que ocorre o estabelecimento de hábitos alimentares adequados, sendo que levarão esses para a vida adulta.

Juntos contra o mosquito Aedes Aegypti – 2ª postagem

A turma do Pré I (turma da COM-VIDA) confeccionou um fanzine sobre a conscientização do combate ao mosquito Aedes Aegypti e as doenças que são transmitidas por ele, além disso, foram realizadas atividades lúdicas (boliche) sobre o assunto.

Posteriormente, fizemos a entrega dos fanzines para os alunos da escola, funcionárias e comunidade escolar.

Jogo de boliche com imagens sobre maneiras de evitar a proliferação do mosquito.
Jogo de boliche com imagens sobre maneiras de evitar a proliferação do mosquito.
Crianças brincando.
Crianças brincando.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entrega do fanzine para a turma do Maternal II.
Entrega do fanzine para a turma do Maternal II.
Entrega do fanzine para a turma do Maternal II.
Entrega do fanzine para a turma do Maternal II.
Entrega do fanzine para o motorista.
Entrega do fanzine para o motorista.

Utilizando os produtos da horta! Hora da colheita! ODS 3

A turminha 113 colhendo seus temperinhos!
A turminha 113 colhendo seus temperinhos!

Após cada turma adotar um canteiro e fazer o plantio na nossa horta, chegou a hora da colheita!

Alunos de algumas turmas e a galera da COM-VIDA colheram os pés de alface, couve, temperos e chás. Rendeu tanto que além de serem usados na merenda escolar, algumas turmas puderam levar uma provinha para suas casas.

Foi uma ótima experiência para alunos e professores. Muito gratificante poder comer o que se plantou, regou, cuidou e amou!

Turminha da COM-VIDA auxiliando na colheita das couves e alfaces.
Turminha da COM-VIDA auxiliando na colheita das couves e alfaces.

 

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Alfaces, couves e temperos colhidos!

 

entregando nossos produtos recém colhidos para serem preparados para nossa merenda escolar!
Entregando nossos produtos recém colhidos para serem preparados e servidos na nossa merenda escolar!

 

 

Aluno Iago, da turma 113 entregando os temperos para a merendeira.
Aluno Iago, da turma 113 entregando os temperos para a merendeira.

 

Temperos separados para os alunos levarem para suas casas.
Temperos separados para os alunos levarem para suas casas.

Pesquisa Científica-Porquê tem lixo no arroio?

Conclusão do trabalho.

Depois de algum tempo os alunos foram visitar novamente o arroio, e qual foi a surpresa destes alunos ao verem o arroio, quase que totalmente limpo. Somente algumas partes com pouco lixo. Fizeram então uma pesquisa para saberem, quantas pessoas depositam seu lixo em lugar apropriado, e quantas pessoas fazem a separação do lixo seco e orgânico.

Constataram que 99% das pessoas entrevistadas separam o lixo e descartam em lugar apropriado. Chegaram a conclusão, que informação é tudo! Que pessoas bem informadas, ajudam a proteger o ambiente.

Arroio limpo.
Arroio limpo.
Alunos visitando o arroio.
Alunos visitando o arroio.
Arroio limpo.
Arroio limpo.
Arroio limpo.
Arroio limpo.
Pouco lixo.
Pouco lixo.

Educomunicação – áudio da campanha contra o Aedes Aegypti

A COM-VIDA da nossa escola gravou um recadinho muito importante para lembrar a comunidade que não devemos deixar água parada se quisermos acabar com o “mosquitinho”, o Aedes Aegypti.

Não podemos nos descuidar, com a chegada do calor e a estação das chuvas o “vira-vira” é a solução!

Relembrando o perigo que o "mosquitinho" oferece"
Encontro para a gravação do áudio do Educomunicação
Encontro para a gravação do áudio
Encontro para a gravação do áudio

 

Vira-vira e acaba o mosquitinho (Música do grupo Palavra Cantada).

EDUCOMUNICAÇÃO-Gravação do áudio- Você não que ter dengue? Nem eu!

Os alunos da COM-VIDA gravaram um áudio sobre o descarte correto dos pneus velhos a fim de evitar a dengue. O áudio foi gravado com a intenção de alertar a vizinhança da escola sobre esse tema que é também o tema do nosso projeto de pesquisa. O áudio será usado, juntamente com as placas que a gurizada está confeccionando para fazer uma nova caminhada pelo bairro conscientizando a população.

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Gravando o áudio! Muitas tentativas e risadas!

 

COM-VIDA PARA AÇÃO … Desperdício de energia e de água – ODS12

Pensando que pequenas atitudes podem amenizar o desperdício de energia elétrica, além da economia financeira, também representa o cuidado com o meio ambiente. O GRUPO DA COM-VIDA da Escola Antônio Martins Rangel produziu um cartaz “deixa só suas ideias acesas”, com o objetivo de mostrar para os demais alunos e professores que pequenas ações de consumo consciente de energia elétrica que nós podemos controlar em nosso dia a dia como aproveitar a luz solar e evitar acionar luzes em ambientes que poderiam ser naturalmente iluminados; evitar banhos demorados e ajustar a chave de potência do chuveiro para um nível confortável de acordo com a estação do ano; manter os carregadores fora das tomadas; evitar dormir com a TV ligada; entre outras pequenas ações que inclusive refletem em economia financeira. Melhor para você, melhor para o mundo.
Sabendo que a água é a essência da vida em nosso planeta. Dentre as várias funções que lhe são delegadas, uma delas é a de produzir energia elétrica nas usinas hidroelétrica (lembrando que esta é, apenas, uma das formas de gerar energia elétrica). Sendo assim, quanto maior o consumo de energia elétrica, maior a quantidade de água exigida para a sua geração. Em tempos de escassez de água, a necessidade de economia se faz mais presente. Em nosso país, a produção de energia elétrica a partir de usinas hidroelétricas, chega, segundo alguns especialistas, a 95%. Pense nisso!! Economizando energia elétrica, estará economizando água!!!

Construção do cartaz
Construção do cartaz
Construção do cartaz
Construção do cartaz
Conclusão do cartaz
Conclusão do cartaz

Além da construção dos cartazes informativos sobre o desperdício de energia e água, os alunos também construíram cartazes para colocar em todas as salas de aula e outros locais da escola, lembrando para desligar a luz sempre que sair do ambiente. ODS 12

Cartaz colocado na sala de aula.
Cartaz colocado na sala de aula.

COM-VIDA PARA AÇÃO … ODS12

Economizar água não é mais só um hábito saudável. Atualmente, é uma grande responsabilidade com o futuro. Se não mudarmos nossos hábitos, a escassez de água para o consumo vai nos afetar seriamente.
Com o objetivo de diminuir as perdas hídricas, evitar o desperdício e economizar nossos recursos naturais, a COM –VIDA da Escola Antônio Martins Rangel produziu um cartaz com dicas para que o uso da água seja feito de forma mais consciente e apresentaram para os demais alunos e professores explicando que pequenas ações como tomar banhos mais rápidos, fechar as torneiras enquanto não utiliza a água ao escovar os dentes ou ensaboar as mãos, deixar de lavar os quintais e as calçadas com esguichos e consertar os vazamentos em casa, dentre outros, são suficientes para o desenvolvimento sustentável do planeta. Atitudes conscientes são fundamentais para garantir que água de qualidade continue disponível! Não desperdice!

Construção do cartaz
Construção do cartaz
Cartaz concluido
Cartaz concluido

Educomunicação – Vídeo “Combatendo o Aedes Aegypti”

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ARLINDO MARTINI

PRODUZINDO O VÍDEO SOBRE O COMBATE AO MOSQUITO AEDES AEGYPTI

O nosso 2º sonho, se encaixa dentro do 3º Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) – Saúde de Qualidade, onde a meta do sonho é que toda comunidade possa compreender a importância de não deixar água parada, para prevenir doenças e ter melhor qualidade de vida.

A nossa 3ª ação em relação a este sonho era organizar e gravar um vídeo com o objetivo de postar no face da escola, para que além da comunidade escolar também chegue até as famílias o importante recado de combatermos o mosquito aedes aegypti.

Então o grupo COM-VIDA organizou o material, ensaiou e gravou um vídeo com a seguinte mensagem:

Não de abrigo,

Para quem te oferece perigo.

Revise em volta da sua casa,

Não deixe locais com água parada.

Assim acabamos com o aedes,

E se o mosquito não fica …

Tchau dengue, tchau chikungunya, tchau zika.”

Ensaio para gravação do vídeo
Ensaio para gravação do vídeo

 

Ensaio...
Ensaio…

 

Ensaio ...
Ensaio …

Educomunicação – Fanzine

O Fanzine foi confeccionado pelos alunos da turma do Pré I (representantes do COM-VIDA). A atividade teve como tema o combate ao mosquito AEDES AEGYPTI. O material foi enviado para as famílias e também para a comunidade como forma de conscientização para evitar a proliferação do mosquito, já que estamos nos aproximando do verão.

Fanzine
Fanzine
Fanzine
Fanzine
Construção do Fanzine
Construção do Fanzine
Construção do Fanzine
Construção do Fanzine
Construção do Fanzine
Construção do Fanzine

 

Realização:

Apoio: